Um olhar sobre o cinema português

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Nessa semana, entrou no portal de cultura da editora Saraiva, o SaraivaConteúdo, mais uma colaboração. Entrevistei o cineasta Sérgio Tréfaut, responsável pelo filme Viagem a Portugal. Conversamos sobre o cinema português atual e, principalmente, a forte atuação que o documentário tem no país.

sergio_trefaut_crédito_divulgação_1

Leia um trecho da matéria:

Filho de pai português e mãe francesa, ambos exilados, Sérgio nasceu no Brasil na década de 1960. Ainda pequeno, vivenciou cenas de violência pela ditadura brasileira. Após ter o irmão torturado e saber do assassinato de Vladimir Herzog, amigo da família, foi para Portugal, onde vive nos dias de hoje.

Atualmente, ele é um dos nomes mais fortes do cinema português. O seu documentário Lisboetas (2004) foi o mais assistido em Portugal e também o que mais tempo ficou em cartaz nas salas do país. Não é à toa que Sérgio é um profundo conhecedor da cinematografia lusa, estando à frente de um dos festivais de documentários mais expressivos de lá, o DocLisboa, por muitos anos.

A imigração “forçada” é um tema pertinente em suas produções. Sérgio aposta nessa temática com o objetivo de ser mais do que um cineasta, mas um cidadão. Por ter uma história tão intensa com relação às políticas de Portugal e do exterior, busca em seus filmes retratar narrativas que possam mostrar ao público e até às autoridades uma realidade oculta a muitos.

Uma característica bastante peculiar do público português é o grande interesse em ir às salas assistir aos documentários lusitanos. Não somente pela temática, mas por saber observar o cuidado estético e poder prestigiar um cinema com mais liberdade, sem influência direta do circuito comercial. “Nos últimos 10 anos, houve uma mudança grande no público do cinema nacional. Os documentários hoje ocupam um espaço privilegiado nas salas e têm até mais espectadores do que as ficções portuguesas”, sugere Sérgio. [leia o texto completo]

Ah, e esse filme do Sérgio será exibido no domingo, dia 8, durante a Mostra de Cinema Português Contemporâneo, na Caixa Cultural, em São Paulo, a partir das 18h30. É grátis e, para pegar o seu ingresso, basta comparecer ao local com uma hora de atencedência. O Sérgio estará por lá para comentar o filme e conversar com os presentes.


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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

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