[Algarve Sem Carro] O que fazer em Tavira?

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Tavira foi a segunda cidade escolhida pelo Cultuga para estampar a série de reportagens Algarve Sem Carro. Arrisco dizer que esse foi o local que mais nos surpreendeu nessa viagem. No momento em que fizemos o roteiro, tivemos o cuidado de buscar destinos que pudessem mostrar um Algarve diversificado e um pouco diferente daquele estereotipado pelos guias de viagem – que esbanja praias, mas pouco se fala de sua história.

Algarve Sem Carro: o que fazer em Tavira?

A cidade nos surpreendeu por se mostrar não somente muito bonita e organizada, mas também por respirar sua própria cultura e demonstrar certo cuidado em querer perpetuar isso. Estamos falando de uma pequena localidade em um país em crise. Portanto, não há tanta estrutura para que ela seja impecável, claro. Mas dá gosto de ver os centros culturais, os músicos, os grupos de teatro, as salas de cinema, as galerias de arte, os ateliês e até a própria população lutando contra isso e preocupados em manter sua história local.

Roteiro do Cultuga na série “Algarve Sem Carro”: Faro – Tavira – Albufeira – Lagos/ Mapa: Visit Portugal

Roteiro do Cultuga na série “Algarve Sem Carro”: Faro – Tavira – AlbufeiraLagos/ Mapa: Visit Portugal

Como chegar a Tavira

Trem

Como nós estávamos em Faro e já tínhamos verificado todo o caminho e os preços das passagens pela Internet, optamos por seguir viagem de trem. Utilizamos os serviços regionais da CP, que infelizmente ainda mantém vagões velhinhos, com sinais bem fortes de desgaste, para fazer as ligações entre as cidades do Algarve – diferente do que vemos na maiorida das ligações dos arredores de Lisboa e do Porto, por exemplo.

Estação de trem de Tavira

A estação de trem de Tavira

Aconselho que você tenha atenção ao mapa do Algarve, se for andar de trem no sul do país. Na estação de Faro, por exemplo, havia um único trem que se dividia em duas partes na mesma plataforma. Ou seja, cada grupo de vagões seguiria para um lado: parte tinha como destino Lagos, parte seguiria para Vila Real de Santo António. Para Tavira, embarcamos, então, no de Vila Real.

A viagem durou aproximadamente 45 minutos e custou 3,15€ (veja aqui a tabela completa de horários da linha).

Ônibus

Outra opção para chegar a Tavira é de ônibus. Tanto o terminal rodoviário de Faro, como o de Tavira, são bem localizados e estão no centro da cidade. Entretanto, a viagem tem a duração de 1 hora e o preço da passagem é ligeiramente mais alto do que de a trem (4,30€).

Ao fundo, o Terminal Rodoviário de Tavira

Ao fundo, o Terminal Rodoviário de Tavira

Mas há uma opção interessante para quem prefere andar de ônibus: o passe turístico da Eva Transportes. Você pode comprar para 3 (29,10€) ou 7 dias (36,25€) e fazer quantas viagens entre cidades algarvias quiser. Reveja os seus destinos, faça as contas e verifique se vale a pena. Isso pode garantir uma boa economia, além de ser um meio de transporte bastante prático, visto que as paradas geralmente são em pontos turísticos ou em zonas centrais.

Roteiro: o que ver em Tavira?

Tavira é uma cidade muito fácil de circular. Grande parte das atrações culturais e históricas se encontram nos arredores da Ponte Romana que corta o rio Gilão, a principal referência local. Uma sugestão é conhecer os percursos pedestres divulgados pela Câmara com mapa e audioguia que podem ser baixados em seu smartphone, computador, tablet ou mp3 player.

Reunimos todo esse material e passamos no posto de informações – que fica na Praça da República – para pegar um mapa geral da cidade (veja como ele é aqui). Então, começamos a nossa caminhada.

A Porta Dom Manuel e a Praça da República

A Porta Dom Manuel e a Praça da República

Sugiro que você comece pela vila do Castelo de Tavira. Há algumas entradas para esse espaço ao longo da Rua da Liberdade. Nós fomos pelo arco chamado Porta Dom Manuel (O Dom Manuel foi responsável por elevar Tavira a categoria de cidade, em 1520), que nos mostra logo a frente a Igreja da Misericórdia. Essa igreja foi construída na metade do século XVI sob a responsabilidade do mestre-pedreiro André Pilarte (que também trabalhou no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e mantém outras construções quinhentistas em Tavira) e é considerada uma das mais significativas obras renascentistas do Algarve.

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Misericórdia, infelizmente, estava fechada

Tavira tem muitas igrejas históricas – mais de 30. Porém, é difícil encontrá-las abertas porque a maioria não funciona em tempo integral. Infelizmente, não há pessoas ou verba suficientes para mantê-las fora do horário das missas e cultos. Portanto, se você encontrar uma portinha aberta, sinta-se um verdadeiro sortudo e, se desejar, faça uma visita. Há construções dos séculos XVI, XVII e XVIII que merecem ser prestigiadas.

Voltando ao passeio, diante da Igreja da Misericórdia, vire à esquerda. Um pouco mais para cima, você verá o Antigo Solar da Família Corte-Real (futuro Núcleo Museológico Fenício). São ruínas protegidas por uma grade que estão sendo estudadas. Possivelmente esse seria o local da residência medieval dos Corte-Real, uma antiga família ligada às explorações marítmas entre os séculos XV e XVI. Nesse mesmo espaço também foram encontrados vestígios de uma muralha fenícia, datada do século VII a/C, e estruturas habitacionais islâmicas dos séculos XII e XIII.

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Antigo Solar da Família Corte-Real e vestígios da muralha fenícia

Continue a subir até encontrar o incompleto Castelo de Tavira. A visita é gratuita e a entrada fica junto a Igreja de Santa Maria do Castelo. Por baixo, há um lindo e bem cuidado jardim – que pode render boas fotos. Por cima da muralha, a vista panorâmica da cidade também é muito bonita. De acordo com o audioguia fornecido pela Câmara, ele foi edificado pelos Mouros sobre uma antiga fortaleza fenícia.

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O portal de entrada do Castelo de Tavira

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Por cima das muralhas do Castelo

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O jardim bem cuidado e muito florido cercado pelas muralhas do Castelo

A Igreja de Santa Maria do Castelo é um dos principais patrimônios da cidade e foi possivelmente construída no mesmo local de uma antiga mesquita no século XIII. Entretanto, sofreu diversas intervenções, principalmente pelo terremoto que destruiu boa parte do país em 1755.

Ande pelas pequenas e charmosas ruas da vila para apreciar uma das características mais marcantes da cidade, as quatro águas. Esse é o nome dado ao formato do telhado das casas, bem comum na região e construídos nos séculos XVI, XVII e XVIII. Por vezes, a formação desse telhado coincide com as principais divisões internas da residência. Assim, não é estranho que uma casa tenha telhadinhos múltiplos.

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Residências dentro da Vila

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Detalhes das janelas da Vila

No caminho para a Porta Dom Manuel, há um outro espaço que merece ser destacado: a Casa de Cultura Álvaro de Campos. A homenagem se deve mesmo a esse sujeito que você deve estar imaginando, o heterônimo “mais histericamente histérico” de Fernando Pessoa.

Álvaro de Campos teria nascido em Tavira e, apesar de não haver um roteiro pessoano na cidade, há quem diga que uma tia do poeta vivia por lá, nos arredores do Castelo. Pessoa, então, esteve algumas vezes nessa casa algarvia e as memórias de Álvaro de Campos poderiam ter nascido nessa vivência.

Casa Álvaro de Campos Tavira

Casa Álvaro de Campos em Tavira

Para quem deseja respirar um pouquinho do poeta português durante a viagem, vale a pena levar no bolso:

Notas sobre Tavira – Álvaro de Campos

“Cheguei finalmente à vila da minha infância.
Desci do comboio, recordei-me, olhei, vi, comparei.
(Tudo isto levou o espaço de tempo de um olhar cansado).
Tudo é velho onde fui novo.
Desde já — outras lojas, e outras frontarias de pinturas nos mesmos prédios —
Um automóvel que nunca vi (não os havia antes)
Estagna amarelo escuro ante uma porta entreaberta.
Tudo é velho onde fui novo.
Sim, porque até o mais novo que eu é ser velho o resto.
A casa que pintaram de novo é mais velha porque a pintaram de novo.
Paro diante da paisagem, e o que vejo sou eu.
Outrora aqui antevi-me esplendoroso aos 40 anos — Senhor do mundo —
É aos 41 que desembarco do comboio [indolentão?].
O que conquistei? Nada.
Nada, aliás, tenho a valer conquistado.
Trago o meu tédio e a minha falência fisicamente no pesar-me mais a mala…
De repente avanço seguro, resolutamente.
Passou roda a minha hesitação
Esta vila da minha infância é afinal uma cidade estrangeira.
(Estou à vontade, como sempre, perante o estranho, o que me não é nada)
Sou forasteiro tourist, transeunte.
E claro: é isso que sou.
Até em mim, meu Deus, até em mim.”

Outro ponto que vale ser observado é ter atenção a algumas placas acrílicas que foram colocadas na cidade pela própria Casa Álvaro de Campos. Elas estampam diversos textos pessoanos que podem dar o tom ao seu passeio. Somente a título de curiosidade, a Biblioteca Municipal também leva o nome de Álvaro de Campos.

Praça da República de Tavira

Praça da República de Tavira

Saindo da vila, retornamos a Praça da República, junto ao rio Gilão. Ao seu redor há diversos cafés e restaurantes e, no centro, um monumento em memória aos combatentes da Grande Guerra.

Caminhar junto a praça e ao jardim que ficam lado a lado com o gradeado do rio é um excelente passeio. Em época de festa, aquela área fica tomada pela população local. Como estivemos na semana dos Santos Populares, justamente no dia de São João – e também Dia da Cidade – pudemos participar de um baile à noite com direito a música e barraquinhas com comidas típicas.

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Decoração dos arredores da praça durante o dia

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Linda festa de São João à noite!

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Dança e música na festa de São João e Dia da Cidade

Prepare a câmera fotográfica para o cartão postal da cidade: a Ponte Romana. Esse nome se deve a sua origem romana, mas o visual que contemplamos atualmente é do século XVII. O rio que passa sob essa construção antiga se torna um verdadeiro espelho com o cair do dia e reflete todas as casinhas que tomam a sua beira.

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Detalhes da Ponte Romana ou Ponte Antiga

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Por cima da Ponte, as quatro águas

Atravessando a ponte e entrando nas pequenas ruas do lado direito, você vai encontrar uma forte influência inglesa, principalmente. São lojas, restaurantes e cafés britânicos focados na intensa frequência desses turistas na região e também pelos imigrantes que ali vivem. Há opções bem interessantes para um almoço ou café. Do lado esquerdo, há mais ruas históricas, bustos e igrejas que podem ser visitados.

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Detalhes “do outro lado da Ponte”

Vista para a Ponte Romana tavira

Vista para a Ponte Romana e o lindo espelho formado pelo rio

Voltando para o outro lado do rio, finalizamos o nosso dia no Mercado da Ribeira. Atualmente, ele tem alguns restaurantes e bares – ideal para curtir um lindo pôr-do-sol. Mas, calma, ainda não acabou! Atrás dele, encontra-se o cais de onde saem barcos baratinhos para a Ilha de Tavira (veja aqui a empresa que presta esse serviço).

Portanto, para aproveitar plenamente todas essas opções que a cidade oferece, escolha passar ao menos dois dias em Tavira.

Esplanada do lado de fora do Mercado da Ribeira

Esplanada do lado de fora do Mercado da Ribeira

Onde comer em Tavira

Boas opções em Tavira não faltam. Portanto, fique descansado e caminhe pela cidade para encontrar aquilo que deseja. De qualquer forma, aponto dois lugares em que fomos bem atendidos:

Pastelaria Veneza – Praça da República
Um local bastante simples, com diversas opções no menu, simpatia das atendentes e comida sem muito brilho, mas boa.

Café Essencial – Rua da Liberdade
Local bastante agradável, atendimento humorado, tarte de maçã caseira saborosa e bons preços.

Quando ir ao Algarve

A melhor época para visitar Tavira, assim como todo o Algarve, é durante o verão – mesmo com os preços mais altos e as praias/ ilhas mais cheias. Porém, já na primavera é possível fazer programas bem agradáveis na cidade. Ou seja, programe-se para ir de abril a setembro.

Onde ficar em Tavira?

Para realizar essa série de reportagens, contamos com a parceria do Vila Galé Hotéis. Buscamos o grupo para esse apoio por ser uma das redes hoteleiras de maior abrangência no Algarve, pela localização da unidade Tavira – no coração da cidade, e por ser bem cotado no Booking.

O QG do Cultuga durante a nossa passagem por Tavira

O QG do Cultuga durante a nossa passagem por Tavira

Em Tavira há duas unidades do Vila Galé. Nessa em que ficamos hospedados, o seu ponto forte é a localização, principalmente para pessoas que pretendem viajar sem carro, pois fica a menos de 15 minutos a pé da estação de trem e do Terminal Rodoviário, além dos caminhos serem bem agradáveis.

Nossas acomodações no Vila Galé Tavira

Nossas acomodações no Vila Galé Tavira

O staff nos atendeu com simpatia e cordialidade, o quarto era bastante confortável e limpo e o café da manhã era farto, saboroso e com opções de pratos quentes – penso que pela forte presença de ingleses, alemães, holandeses e irlandeses no Algarve.

Há um mercado Minipreço bem pertinho, caso seja necessário por uma eventualidade, e as próprias ruas de seus arredores também valem o passeio.

Vista aérea do Vila Galé Tavira

Vista aérea do Vila Galé Tavira

O wifi gratuito estava disponível somente no hall do hotel, mas o local era muito calmo, espaçoso e agradável, com vista para a piscina. Como precisamos bastante desse serviço para organizar o nosso roteiro do dia seguinte e atualizar as redes sociais do Cultuga, tivemos uma boa experiência e ficamos bem acomodados.

Deixamos também a dica para quem está de carro e pode aproveitar uma outra unidade muito interessante, o Vila Galé Albacora. Trata-se de um hotel histórico onde, no passado, foi uma aldeia de pescadores de atum (daí o nome “Albacora” – que é um tipo de atum que havia em abundância por ali).

As residências dos pescadores foram transforamadas em quartos – mantendo sua cor ocre original no exterior -, a escola ganhou um espaço de recreação e a casa em que eram feitas as trocas de peixes por mantimentos ganhou um museu – responsável por guardar e contar todas as memórias locais.

No Vila Galé Albacora, as antigas casas dos pescadores foram transformadas em quartos

No Vila Galé Albacora as antigas casas dos pescadores foram transformadas em quartos

Junto ao hotel há também um cais que era a porta de entrada para a aldeia – hoje utilizado pelos hóspedes para passeios de barco ou transporte para a Ilha de Tavira.

No passado, era por aqui o acesso a vila de pescadores de atum; agora, o Vila Galé Albacora

No passado, o acesso para a vila de pescadores de atum era feito por aqui

Dicas do Cultuga

– Os doces típicos da região costumam levar amêndoas ou alfarrobas (uma espécie de vagem comum na região do Mediterrâneo). Nós experimentamos um bolo de alfarroba e, apesar da cor ser semelhante a do chocolate, seu sabor lembra uva passa.

– Se você for usar a estação de trem para transitar entre as demais cidades do Algarve, esteja atento ao seu curto horário de funcionamento: diariamente, das 07h25 às 12h30 e das 13h30 às 16h.

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Cine-teatro em Tavira

– Há um cine-teatro histórico bem próximo ao centro que também merece uma visita. Até 1911, era uma pequena sala de espetáculos chamada de Teatro Tavirense, mas acabou fechando por falta de segurança. Em 1914, época da Primeira Guerra Mundial, sofreu uma intensa reforma e foi aberto três anos depois sob o nome de Teatro Popular. Entretanto, em 1964, foi demolido para dar espaço, no mesmo local, ao atual Cine-Teatro António Pinheiro. Desde 1968, ele mantém em sua programação apresentações musicais, cinema e teatro.

Sobre a série Algarve Sem Carro

Essa é a primeira série de reportagens exclusivas do Cultuga com o material que foi colhido entre os dias 23 e 27 de junho, nas cidades de Faro, Tavira, Albufeira e Lagos. O nosso principal objetivo é mostrar que há formas de aproveitar e viajar pelo sul de Portugal mesmo para quem não deseja ou não pode alugar um carro.

A série de reportagens Algarve Sem Carro,  inteiramente produzida e pautada pela equipe do Cultuga, contou com o apoio da TAP, que nos levou a Faro, e do grupo Vila Galé Hotéis, que nos hospedou em Tavira e Albufeira. As empresas foram contactadas pelo Cultuga para essa parceria por serem referência no mercado português e por proporcionarem um serviço de qualidade.

 

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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

8 comentários

  1. Achei a reportagem muito interessante… até eu acabei por aprender algo sobre a minha cidade natal.
    Só gostava de ressalvar que tal como indicado logo no início Tavira passou a cidade em 1520… uma das primeiras cidades portuguesas, no entanto no resto da reportagem é referida como vila.

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Sofia! Obrigada pelo comentário 🙂
      A vila a qual nos referimos na reportagem é a “vila a dentro”, após a Porta de D. Manuel. Por isso, em boa parte da matéria falamos da cidade, mas quando nos referimos a essa parte específica falamos da vila.
      Um forte abraço!

  2. Sérvulo Barreto em

    Excelente trabalho de divulgação Sra. Priscila Roque. Tavira é espetacular. Já vou pesquisar preços de imóveis no local.

  3. Lilian Azevedo em

    Ola, Priscila Sempre que viajamos para a Europa fazemos nossos deslocamentos de trem,entao,adorei seus posts. Queria saber se Tavira tem praia ,beijocas

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Lilian
      Tudo bem?
      Agradeço o seu carinho 🙂
      A cidade de Tavira não tem praias, mas é a partir dela que você poderá pegar o barco para a Ilha de Tavira – essa, sim, com as praias. É bem perto e muito bonito!
      Um grande abraço

  4. jorge marques em

    Ola,Parabens estou de mudanças para O Algarve, e as opçoes sao diversas!!!
    gostei muito da materia, Congratulations!!!!

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