[Algarve Sem Carro] O que fazer em Albufeira?

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A terceira parada da equipe do Cultuga na série Algarve Sem Carro é Albufeira – que se pode chamar de uma verdadeira cidade a beira mar. Diferente do que vimos em Faro e Tavira, Albufeira já estava bem cheia nessa altura do ano. São pessoas vindas de diversos cantos do mundo em busca do calor algarvio, das belas praias e da badalação noturna.

Algarve Sem Carro: o que fazer em Albufeira?

Albufeira se mostrou uma cidade diversificada. Se recortarmos algumas de suas regiões, perceberemos espaços bem delimitados e com características próprias. O centro histórico, sobretudo na alta temporada, é tomado por turistas, assim como as praias do Peneco, dos Pescadores e do Inatel, que o permeiam. Saindo um pouco das principais ruas, encontramos bairros charmosos e bastante calmos habitados por pessoas daquela região. Se nos afastarmos do centro, perto da região em que está localizada a estação de trem, por exemplo, percebemos um tempo ainda mais lento, repleto de figueiras e laranjeiras, além de todo o sabor de interior.

Roteiro do Cultuga na série “Algarve Sem Carro”: Faro – Tavira – Albufeira – Lagos/ Mapa: Visit Portugal

Roteiro do Cultuga na série “Algarve Sem Carro”: FaroTavira – Albufeira – Lagos/ Mapa: Visit Portugal

Como chegar a Albufeira

Trem

Novamente o trem foi a nossa opção para o trajeto entre Tavira e Albufeira (veja aqui a tabela completa de horários da linha) – mas, dessa vez, não foi uma escolha tão simples. Veja como fazer:

Depois de comprar o bilhete Tavira-Albufeira (5,80€), esteja atento porque o trem não faz o caminho direto. Portanto, é preciso descer em Faro e trocar de trem. Mas não se preocupe porque a estação é pequena, há 15 minutos de intervalo e os atendentes são muito gentis para direcioná-lo, caso você precise de ajuda.

Estação de trem de Albufeira-Ferreiras

Você vai desembarcar na estação Albufeira-Ferreiras, que fica a 6,5km do centro. E, para chegar ao centro, há duas opções: taxi (aproximadamente 10€) ou com o transporte urbano da cidade – o Giro (1,40€).

Se você optar pelo Giro, o ponto para pegar o ônibus da linha laranja é em frente a estação de trem. O problema, nesse caso, é que ele pode demorar até 30 minutos para passar e você terá que descer no Terminal Rodoviário. De lá, você pode seguir a pé até o centro (cerca de 1,5km) ou então trocar de ônibus para as demais linhas e escolher a melhor parada, de acordo com a sua programação.

Transporte urbano de Albufeira: "Giro"

Transporte urbano de Albufeira: “Giro”

Ônibus

Infelizmente não havia uma ligação direta entre Tavira e Albufeira de ônibus (o que seria bem mais prático, visto que os dois terminais rodoviários têm uma boa localização para o uso pedestre) na época em que estivemos lá. Em 2018 já existe. Porém, o único horário disponível é o das 17h45. Uma alternativa que poderia ser feita é escolher uma cidade intermediária entre as duas, como Faro, e usar dois ônibus (faça a simulação de caminhos, horários e preços).

Pela questão financeira e de tempo não seria tanta vantagem. Só realmente valeria a pena se você fizesse TaviraFaro para aproveitar mais alguma coisa da capital do Algarve e, depois, finalizasse com o trajeto Faro-Albufeira, por exemplo.

Nesse caso, há uma opção interessante que deve ser levada em conta: o passe turístico da Eva Transportes. Você pode comprar para 3 (30,10€) ou 7 dias (37,50€)preços atualizado em 2018 – e fazer quantas viagens entre cidades algarvias quiser. Reveja os seus destinos e faça as contas.

Roteiro: o que ver em Albufeira

Entre o quarteto de cidades que selecionamos para a série, Albufeira é possivelmente a mais limitada para quem está sem carro. Não há um ônibus ou trem que faça a ligação para as suas praias mais afastadas ou placas que pudessem indicar o sentido para quem está a pé. Entretanto, isso não faz da cidade menos interessante – de forma alguma. Ela é, sem dúvidas, um das protagonistas do turismo no Algarve.

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Vista do mirante: Praia dos Pescadores e Praia do Peneco

Começamos o nosso passeio descendo a Rua das Telecomunicações, onde no final dela tivemos a primeira surpresa: o mirante que oferece uma vista privilegiada para a Praia dos Pescadores. Desse local, é possível contemplar o mar e também as inúmeras casas e prédios branquinhos de cal com as típicas chaminés do Algarve – uma herança dos árabes, que chegaram em 716 e permaneceram por cinco séculos.

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Detalhe das casas e dos edifícios branquinhos em Albufeira

Somente a título de curiosidade, antigamente as chaminés também evidenciavam as posses de uma família e decoravam a residência. As mais trabalhadas, produzidas pelos pedreiros de maior habilidade, tinham um alto valor. Além de Albufeira, outras cidades do Algarve também mantém a tradição das chaminés, como Martinlongo e Monchique, por exemplo.

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Escadas de acesso a Praia dos Pescadores e o detalhe das chaminés

De frente para a praia, procure pela escada rolante que fica do lado direito. Ela é um dos acessos mais fáceis ao centro histórico e a Praia dos Pescadores. Esse é o cartão de visitas de Albufeira quando, durante a alta temporada, há eventos, atividades esportivas, shows e atrações noturnas. A passagem de ano da cidade também tem espaço aqui.

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Uma casinha junto ao mar… E um forte suspiro!

Olhando para o mar, do lado direito está Praia do Peneco, um pouco mais calma e com acesso por um tunel pelo centro da cidade ou também por elevador. Do lado esquerdo, está a Praia do Inatel.

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Água cristalina em Albufeira

Seguimos pelo pelas principais ruas do centro histórico. Ali, percebemos que o turismo ferve no local. Há muitos restaurantes italianos e bares irlandeses, holandeses e ingleses para atender a demanda das principais nacionalidades que visitam Albufeira. Ah, e não deixe de passar no posto de informações turísticas, na Rua 5 de Outubro, para pegar o mapa.

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Uma das praças principais do centro de Albufeira

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Cenas divertidas do centro de Albufeira

Como pontos de interesse para visita, há a Igreja de São Sebastião, o Museu Municipal de Arqueologia, a Capela da Misericórdia e a Igreja Matriz – essa construída no final do século XVIII, com uma imponente torre sineira e a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Albufeira.

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Centro histórico preparado para a Copa do Mundo

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Como já falamos bastante por aqui, uma das catástrofes mais marcantes de Portugal foi o forte terremoto de 1755. Albufeira, nessa época, foi uma das cidades que mais sofreu. O sismo deu origem a um maremoto, que fez com que a água invadisse toda a vila e deixasse um verdadeiro cenário de destruição. A maior parte dos edifícios e construções que encontramos aqui, então, são posteriores a essa fase.

Ainda no centro histórico, fomos em busca dos vestígios da antiga muralha do Castelo. A partir do próprio posto de informações turísticas, há uma pequena rua para subir. Seguindo sempre por ela, você encontrará os vestígios. É mesmo um pequeno pedaço da muralha, mas a ida até esse local vale pela graça de suas ruazinhas.

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Pequena rua junto da muralha

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Voltando para as ruas que beiram a praia, seguimos caminho pelo lado direito, na Rua Bernardino Sousa, que mais para frente vira Rua Latino Coelho. O destino era a Marina de Albufeira: um caminho encantador.

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Acesso para a Praia do Peneco

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Acesso para o mirante da Marina

Em diversos pontos é possível parar para um descanso (se estiver muito quente), carregar as energias em um bar, restaurante ou sorveteria, além de contemplar o azul esverdeado (ou seria verde azulado?) do mar de Albufeira. E se já não houver mais pernas para retornar ao hotel, você pode pegar um ônibus da linha urbana “Giro” nos arredores da Marina. Há diversas paradas por ali dos ônibus Linha Vermelha e Linha Vermelha 2.

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Marina de Albufeira

Com relação as demais praias que ficam depois da Marina, perguntamos no posto de informações turísticas sobre o caminho pedestre para elas, que seriam Arrifes, São Rafael, Coelha e Castelo – as mais próximas. A pessoa que nos atendeu, muito simpática e prestativa, disse que até era possível alcançá-las a pé, mas são bons quilômetros de caminhada e, dependendo de onde você estiver, não há um transporte que te dê suporte para a volta, por exemplo. O que existe é um ônibus no Terminal Rodoviário de Albufeira para Galé ou Armação de Pêra. Assim, você tem a opção de conhecer as praias dessa região (nesse caso, seria interessante ter o passe turístico).

Onde comer em Albufeira

 O nosso almoço foi em um verdadeiro restaurante português que vale a visita:

Restaurante Sitio do Mario – Rua das Telecomunicações, 14
Os clientes são atendidos por três senhores muito simpáticos, o cardápio trazia diversas opções tipicamente portuguesas e o preço da refeição (principalmente os pratos do dia) é excelente, levando em conta que estávamos em uma cidade turística e bem pertinho do centro. Gostei também de perceber a alta frequência de clientes portugueses no local. Dessa forma, o ambiente que nos passou era de amizade, humor e descontração. A média do prato + bebida, para cada um de nós, foi de 9€.

Quando ir ao Algarve

A melhor época para visitar Albufeira, assim como todo o Algarve, é durante o verão – mesmo com os preços mais altos e as praias/ ilhas mais cheias. Porém, já na primavera é possível fazer programas bem agradáveis na cidade. Ou seja, programe-se para ir de abril a setembro.

Onde ficar em Albufeira

Para realizar essa série de reportagens, contamos com a parceria do Vila Galé Hotéis. Nós buscamos o grupo para esse apoio por ser uma das redes hoteleiras de maior abrangência no Algarve, pela localização da unidade Albufeira (o Vila Galé Cerro Alagoa) – no coração da cidade.

O quarto em que montamos o QG do Cultuga tinha uma vista inspiradora para a piscina. Com o bonito sol que estava, ficou mais fácil colocar toda a nossa programação em ordem. Depois de andar por um dia inteiro, também pudemos chegar no hotel relaxar um pouquinho na piscina aquecida.

Linda vista do nosso quarto no Vila Galé Cerro Alagoa

Piscina aquecida interior do Vila Galé Cerro Alagoa. Foto: Divulgação

Como não tinhamos encontrado muitas informações sobre o uso dos transportes de Albufeira na Internet, tivemos apoio total do staff do hotel para descobrir as melhores formas de se locomover na cidade.

Limpeza, conforto e localização impecáveis. Estávamos a 1km do Terminal Rodoviário. Isso nos ajudou no término da nossa etapa em Albufeira, quando seguimos viagem para Lagos. O café da manhã também era farto e saboroso.

Nossas acomodações em Albufeira

Último jogo da seleção de Portugal na Copa: a bandeira voltou conosco na mochila

Para uma emergência, há também um pequeno shopping logo ao lado do hotel e dois bons supermercados, o Continente e o Pingo Doce.

Dicas do Cultuga

– Algo que nos chamou a atenção foi a preocupação em fazer daquela cidade um espaço mais acessível, não tão comum em todo o país, infelizmente. Encontramos muitos cadeirantes de diversas faixas etárias, tanto nas praias como no hotel em que estivemos hospedados. Há algumas praias mais distantes que oferecem acessibilidade completa (com estacionamento, banheiros, plataformas para o uso de bares e restaurantes e equipamentos para banho) e outras ainda em fase de adaptação. No centro da cidade, por exemplo, notamos que o banheiro público era acessível e a Praia do Peneco mantém um elevador para auxiliar o transporte. O ponto negativo é que um carro se faz necessário para chegar até a cidade ou até as praias mais afastadas. O transporte público algarvio ainda não oferece esse suporte.

– O Algarve tem os mais famosos parques aquáticos do país. Entre eles, está o Zoomarine. Daqueles que pesquisamos, esse é o que se encaixaria melhor para um passeio sem carro, pois ele dispõe de transporte a partir de Albufeira (na Câmara Municipal) até o parque por 7€ (ida e volta). Mas, atenção, é importante comprar o bilhete com antecedência, no próprio site do parque. Além das piscinas e toboáguas, ainda há apresentações diárias com golfinhos, focas, leões-marinhos, aves tropicais e aves de rapina. Eles dispõem também de um aquário com tubarões, uma roda gigante, uma mini montanha russa e um cinema 4D, mesclando entretenimento, lazer e educação ambiental. Ideal para todas as idades.

Sobre a série Algarve Sem Carro

Essa é a primeira série de reportagens exclusivas do Cultuga com o material que foi colhido entre os dias 23 e 27 de junho, nas cidades de Faro, Tavira, Albufeira e Lagos. O nosso principal objetivo é mostrar que há formas de aproveitar e viajar pelo sul de Portugal mesmo para quem não deseja ou não pode alugar um carro.

A série de reportagens Algarve Sem Carro,  inteiramente produzida e pautada pela equipe do Cultuga, contou com o apoio da TAP, que nos levou a Faro, e do grupo Vila Galé Hotéis, que nos hospedou em Tavira e Albufeira. As empresas foram contactadas pelo Cultuga para essa parceria por serem referência no mercado português e por proporcionarem um serviço de qualidade.

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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

12 comentários

  1. estamos querendo ia para albufeira em agosto e seu blog tem ajudado muito.Queremos sair de lisboa de comboio ate albufeira mas pelo que vi da estacao para a praia e um pouco longe sem ser de carro..

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Flavia
      Como vai?
      Fico feliz que o Cultuga esteja ajudando na organização da sua viagem 🙂
      Como informamos por aqui, a estação fica fora do centro. É preciso pegar um ônibus ou então um táxi ao chegar lá. Uma segunda opção é fazer o caminho Lisboa – Albufeira/ Centro de ônibus, pela Rede Expressos (http://www.rede-expressos.pt/).
      Um forte abraço

  2. Eu e meus amigos fomos em 2011 a pé do nosso hotel no centro até a praia de Arrifes. Não é uma caminhada difícil, mas um pouco longa e confusa. Na época não tinhamos celular com mapas e nos perdemos bastante no meio a tantas estradinhas de terra, paramos nas casas e tocamos as campainhas para perguntar como se chegava à praia, haha. No fim, chegamos e não nos arrependemos. Foi a praia mais agradável da minha viagem (fizemos diversas praias de lagos e a praia dos pescadores, em albufeira, além dessa), pois a água formava umas pequenas piscininhas em que a água era mais quente, a praia tinha menos pessoas, e foi possível ir nadando para um outro banco de areia que até hoje não sei o que era.

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Camila
      Como vai?
      Agradeço que tenha compartilhado aqui a sua experiência 😀 O Algarve é recheado de segredinhos selvagens e pérolas naturais a espera de serem descobertos!
      Um forte abraço!

  3. Oi Priscila!
    Que maravilha encontrar dicas para fazer Albufeira sem carro, obrigada!
    Você acha que é possivel visitar as praias de bicicleta? existe serviço de aluguel de bicicletas por lá? e será que é seguro fezer assim?
    Abraço,
    Lana

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Obrigada pelo carinho e mensagem, Lana!
      Olha, não sei te dizer como são as ligações de bike pelo Algarve, pois não tivemos essa experiência por lá. Mas sugiro que entre em contato com a Naiara, que já viajou pelo Algarve de bicicleta e poderá te ajudar nessa etapa de segurança e aluguel: http://www.aquelesqueviajam.com/ 🙂
      Um grande abraço e uma excelente viagem

  4. Oi Priscila! Estou conhecendo hj o cultuga! Pretendo ir a Portugal em junho de 2018 com duas crianças pequenas (4 anos e 1 ano). Alguma dica de onde é melhor ficar no Algarve? Obrigada!

    • Rafael Boro

      Olá, Fernanda
      Tudo bem?
      Seja bem-vinda ao Cultuga! 🙂
      Nós gostamos bastante de Lagos e Tariva. Mesmo elas não estando centralizadas, como Albufeira e Faro, são lugares com lindas paisagens, mais tranquilas que as duas que eu citei, e bons acessos às estradas e praias. Há ótimos hotéis e apartamentos (essa é uma boa opção para você ter mais liberdade e até cozinhar para as crianças). 😉
      Um grande abraço e boa viagem!

  5. Tânia Gonçalves em

    Oi Priscila, gostaria de conhecer algumas cidades no Sul de Portugal.Estarei em Lisboa na primeira semana de maio/2018, como é o clima lá nessa época? Temperaturas? Viajarei com uma irmã, acha que é tranquilo alugar um carro? É seguro? Adorei suas postagens!

    • Rafael Boro

      Olá, Marina
      Tudo bem?

      Obrigado pela sugestão e a indicação do ônibus. Já atualizamos o artigo!
      Um grande abraço!

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