Castanhas assadas: o cheiro das ruas de Portugal no outono!

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Enquanto no Brasil as temperaturas aumentam e as pessoas se preparam para as férias de verão, em Portugal é o inverso. O outono se alastra pelo país, junto com o árduo trabalho pós-férias e o frio mais intenso, abrindo as portas para o inverno.

Castanhas assadas: o cheiro das ruas de Portugal no outono!

Quando Amália Rodrigues cantou que Lisboa “cheira castanha assada se está frio”, ela traçou um retrato perfeito para a época.

Em praticamente todas as esquinas da capital já se pode ver os carrinhos dos assadores de castanhas. Nele, as castanhas são assadas em carvão vegetal por meio de uma panela que tem uma espécie de grade em seu fundo.

Ela é vendida em um pacotinho com meia dúzia ou uma dúzia quentinha (e boa).

Em diversas partes do país, a 11 de novembro, elas também ganham um destaque especial. Afinal, é dia de São Martinho, e as festas oferecem opções assadas ou cozidas, sempre junto de um bom vinho novo!

Em Portugal, a tradicional castanha não é tão cara. Muito pelo contrário, no passado, elas eram consumidas como complemento alimentar na ausência do pão, principalmente no inverno mais rigoroso. Em épocas ruins para a agricultura, ela substituía os cereais e, durante muito tempo, foi vista como um alimento de má qualidade.

Hoje, seu valor para a sociedade portuguesa mudou – inclusive com o reconhecimento da importância nutritiva dessa semente. E, no Brasil, também, por ser um alimento especial para a ceia de Natal.

Para comprar boas castanhas no supermercado é preciso ter atenção no estado de sua pele. Aquelas brilhantes e intactas (sem cortes) são as melhores.

A conservação deve ser feita em local fresco e seco, sem comprimi-las ou amassá-las. Congeladas (cruas ou assadas), elas duram aproximadamente 6 meses.

Somente a título de curiosidade, Portugal produz cerca de 20.500 toneladas anuais de castanha em média. As localidades mais fortes nesse mercado são Bragança, Chaves, Guarda e Portalegre.

E você, como prefere a sua castanha?


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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Tenho Lisboa como o meu lugar no mundo, o meu refúgio, a minha casa. Mas é também em Portugal, este país vivo e com tanto para contar, que me sinto completa. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, assumi como missão do Cultuga diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

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