Mosteiro da Batalha: roteiro para uma visita inesquecível

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Quem vem acompanhando as nossas últimas postagens, sabe que recentemente fizemos uma viagem deliciosa ao centro oeste de Portugal com o objetivo de conhecer mais a fundo a região e trazer aqui para o Cultuga informações que vão além dos roteiros tradicionais e mais sisudos – que, infelizmente, tratam dessa área de Portugal de forma bem superficial. No artigo de hoje, divido aqui a experiência que tivemos no Mosteiro da Batalha, um dos monumentos que entrou para a lista dos mais bonitos que já visitei no país.

Prepara que lá vem textão… Mas, olha, garanto que vale a leitura :)

Mosteiro da Batalha: roteiro para uma visita inesquecível

Como chegar ao Mosteiro da Batalha

Acordamos naquele encanto da aldeia de Alvados e, no meio da manhã, combinamos um encontro com o Gonçalo Oliveira, guia turístico especializado na região central de Portugal com sua empresa Windland e também proprietário (ao lado de sua simpática esposa Vera) da Loja do Caminho, no coração da Batalha.

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Seguimos pela Serra de Aire e Candeeiros até a Batalha

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Mosteiro da Batalha visto de cima na nossa chegada a vila

Pontualmente às 10h, ele chegou. Assim, pegamos o carro e seguimos pela lindíssima Serra de Aire e Candeeiros até a Batalha. A viagem demorou menos de meia hora (são cerca de 20km) e ainda tivemos o privilégio de chegar até lá descendo a serra, com a vista por cima do Mosteiro.

Quem segue para a Batalha de carro a partir de Lisboa pode subir pela A1, com uma parada no Santuário de Fátima, se desejar. O percurso é em estrada rápida, por cerca de 150km no total. Mas ainda há outras opções, como pela A8, por exemplo, quando você poderá conjugar o seu percurso com uma visita rápida a vila de Óbidos ou, então, a Alcobaça. Ah, e por quase toda a volta do Mosteiro há estacionamentos, parte deles gratuito, parte pago.

Se você puder dispor de alguns dias nessa região do país vai se impressionar com a variedade de atrações disponíveis entre cidades e vilas distantes 20km ou 30km umas das outras. A rede hoteleira do centro oeste também tem crescido bastante e apresentado opções muito boas, desde as mais tradicionais até o turismo rural e de experiência, com acesso fácil.

Na Batalha, ficamos hospedados no agradável Hotel Mestre Afonso Domingues, vizinho do Mosteiro

Para quem segue de transporte público a partir de Lisboa poderá chegar a Batalha de ônibus via Rede Expressos. São 2 horas de viagem e o ônibus vai te deixar bem pertinho do Mosteiro. Do Porto e de Coimbra também vale a pena vir até aqui.

Uma outra sugestão para quem segue de transporte público ou de carro é contactar o Gonçalo (via facebook da Loja do Caminho) e fazer um tour personalizado de um dia completo. Assim, ele poderá buscá-lo e deixá-lo de carro (seja para viajantes sozinhos, casais, famílias ou pequenos grupos) em qualquer que seja a localização do centro oeste do país, como Batalha, Fátima, Óbidos, Tomar, Alcobaça ou Nazaré, por exemplo. Ele é bastante querido e, certamente, tornará o seu dia ainda mais proveitoso na região, principalmente para aqueles que gostam de história – assunto ao qual ele é apaixonado.

História do Mosteiro

Antes de entrar, o Gonçalo nos apresentou o contexto histórico da construção do Mosteiro e do desenvolvimento da vila da Batalha. O Mosteiro está relacionado diretamente a uma batalha, a Batalha de Aljubarrota, de 1385, quando portugueses (liderados por D. João I de Portugal e Nuno Álvares Pereira) e castelhanos travaram uma luta pelo trono.

Na época, Dom João I de Portugal fez uma promessa: se vencesse a batalha, mandaria erguer um monumento em homenagem a Virgem Maria. Com a derrota dos castelhanos, a promessa foi cumprida. O rei comprou terrenos próximos ao local da Batalha de Aljubarrota, distantes cerca de 3km, e deu início as obras do Mosteiro de Santa Maria da Vitória (seu nome de batismo) poucos anos depois.

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O primeiro responsável pela construção do Mosteiro foi o Mestre Afonso Domingues (figura presente e homenageada no local e na região). Entretanto, foi preciso mais de um século e meio para que essa obra fosse finalizada. Assim, muitos outros profissionais também passaram por ali.

Como o monumento era uma obra gigantesca, os homens que foram contratados para trabalhar levavam para lá suas famílias. Assim, a vila foi se desenvolvendo nos arredores do Mosteiro para que pudesse abrigar e sustentar a todos.

Séculos e séculos depois, o que vemos hoje no Mosteiro é bem posterior a essa fase. As transformações foram inevitáveis, principalmente a aquelas que de se devem ao terremoto de 1755, quando várias partes ruíram e não chegaram a ser reconstruídas, as Invasões Francesas, em 1808 e 1810, com roubos e incêndios criminosos, e a extinção das Ordens Religiosas, deixando o local abandonado, novamente vulnerável aos furtos e a degradação.

O Gonçalo ainda nos contou que, em sua história mais recente, o Mosteiro da Batalha também teve outros usos, recebendo em seu interior postos dos correios, quartel de bombeiros e repartição de Finanças (órgão português que trata dos impostos), por exemplo.

Por onde começar a visita?

Esse é um dos monumentos mais importantes para a história do país – reforçado por seus títulos de Patrimônio da Humanidade e uma das 7 Maravilhas de Portugal.

Grandioso e um dos melhores representantes da arquitetura gótica em Portugal, ele nos enche os olhos. Eu, o Rafa e o Gonçalo, nosso guia, paramos em frente a porta principal da igreja do Mosteiro e começamos a visita por ali.

Área exterior

O portal da fachada principal anuncia o que vamos ver em seu interior: as memórias e desejos de D. João I e de D. Filipa de Lencastre representados em cada detalhe esculpido. Dos escudos de armas às representações dos apóstolos e de outros personagens religiosos.

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Do lado direito, vemos no pátio a estátua de Nuno Álvares Pereira no cavalo, conhecido na história de Portugal como o Santo Condestável. Esse é um dos principais personagens portugueses, referenciado em Os Lusíadas, de Camões. Um símbolo militar (patrono da infantaria portuguesa) e religioso. Nuno teve sucesso nas tropas que comandou e, aqui, foi homenageado como braço direito do rei D. João I na Batalha de Aljubarrota, pela independência de Portugal.

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Nuno Álvares Pereira, um dos personagens principais da história de Portugal

Quem visita Lisboa antes de ir a Batalha, pode já ter certa conexão com ele, pois sua figura também está representada no Arco da Rua Augusta (onde estão outros personagens da história de Portugal: Viriato, Vasco da Gama e Marquês de Pombal) e ligada ao Convento do Carmo, local que ele fundou após o início de sua vida religiosa, em 1423, e onde foi sepultado (o Nuno merece um artigo a parte, pois sua história é bastante longa, ainda com sua beatificação, em 1918, e canonização, em 2009).

Na Batalha, você poderá ver o Nuno em mais um momento, já dentro da igreja, com suas vestes religiosas.

Por fim, ainda no exterior, tenha atenção as gárgulas – outro símbolo marcante desse monumento. Elas são aquelas esculturas estranhas e monstruosas que misturam o assustador, ao obsceno e até o lúdico. Geralmente, estão posicionadas nas calhas para o escoamento da água. Na arquitetura gótica costumam “espantar os maus espíritos”. Aqui, depois das diversas reformas do Mosteiro, elas são misteriosas e alvo de estudos.

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Tenha atenção as gárgulas

Igreja

A entrada da igreja é gratuita. Nela que começa a grande magia. Sua planta é em formato de cruz latina, tradicional em Portugal. Em dias de bastante sol, a luz passa por seus muitos vitrais dos séculos XV (os mais antigos conhecidos no país) e XIX trazendo cor e vida para dentro do Mosteiro.

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O sol leva cor e brilho para dentro do Mosteiro

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Possível assinatura dos homens que trabalharam na construção do Mosteiro

Um outro ponto que o Gonçalo nos mostrou e chamou a nossa atenção foram as assinaturas que os trabalhadores colocavam nas pedras depois da obra. Assim, aquele que vinha os pagar sabia quem tinha colocado cada uma delas. Apesar das muitas marcas no chão, vale a pena olhar para as pedras mais altas, nas paredes, visto que no chão as assinaturas podem não ser originais, por seu fácil acesso.

Para continuar o percurso pelo Mosteiro, é preciso comprar o bilhete, que custa 6€ (e que vale muito a pena).

Capela do Fundador

Do lado direito da entrada principal está a Capela do Fundador, o panteão da família de D. João I, concluída em 1434. Citando, novamente, Os Lusíadas, aqui está a “Ínclita Geração”, ou seja, príncipes de forte valor militar e de educação da família real. Nas palavras do Gonçalo, uma “geração brilhante da monarquia, que também detalhava em vida o que queria na morte“.

Ao lado direito da porta está a campa de Martim Gonçalves de Maçada, que salvou a vida de D. João I durante a Batalha de Aljubarrota. Essa homenagem representa o respeito e o reconhecimento da proteção eterna ao rei.

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D. João I e D. Filipa de Lencastre

No centro da sala estão sepultados D. João I e D. Filipa de Lencastre, com suas figuras de mãos dadas, esculpidas por cima do túmulo. Junto deles, ao fundo, estão seus filhos: o Infante e Regente D. Pedro e sua mulher Isabel de Urgel, duquesa de Coimbra; o Infante D. Henrique, o Navegador e Mestre da Ordem de Cristo; o Infante D. João, mestre da Ordem de Santiago e sua esposa D. Isabel; e o D. Fernando, mestre da Ordem de Avis, que morreu com fama de santo, no cativeiro de Fez.

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Infante D. Henrique, o Navegador

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Posteriormente, vieram para cá também os túmulos dos reis D. Afonso V (neto de D. João I) e D. João II (filho de D. Afonso V), além do príncipe herdeiro D. Afonso (filho de D. João II) – morto precocemente em um acidente.

Tenha atenção ainda aos vitrais que, apesar de mais modernos, guardam importantes fragmentos originais do século XV.

Claustros e Sala do Capítulo

Para dentro do Mosteiro encontramos os seus claustros. São dois e bem diferentes entre si. O principal, chamado de Claustro Real, traz referências a arquitetura do início de sua construção, mas com a finalização já de referências manuelinas (como o rendilhado manuelino com troncos, folhas e ramos, além da cruz de Cristo e a esfera armilar). O outro, chamado de Claustro de D. Afonso V, tem uma decoração arquitetônica mais simples e sóbria.

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Claustro Real

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Claustro de D. Afonso V

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Ainda é possível visitar a Sala do Capítulo, que era o local de reunião dos frades para a leitura do capítulo ou da vida dos santos, além da promoção de assembleias. Aqui, atualmente, vemos também o Monumento aos Soldados Desconhecidos com uma chama sempre acesa, a “Chama da Pátria”, referenciando os soldados de todos os tempos.

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Sala dos Capítulos

Capelas Imperfeitas

Terminamos a nossa visita em mais uma parte do Mosteiro que me impressionou bastante: as Capelas Imperfeitas. O nome é por não terem sido terminadas (afinal, são incrivelmente perfeitas rs.).

Essa área foi mandada construir por D. Duarte, filho de D. João I e D. Filipa de Lencastre, para que servisse de panteão particular a ele e seus descendentes. Entretanto, com a sua morte, em 1438, os trabalhos foram se arrastando.

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Capelas Imperfeitas

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Capelas Imperfeitas

A última intervenção desse espaço data de 1533 e foi dirigida por Miguel de Arruda, com a construção de uma varanda em estilo renascentista no piso superior das Capelas. Foi incluído ali também um portal de estilo manuelino lindíssimo feito por Mateus Fernandes. D. Duarte, hoje, está sepultado ali.

Mosteiro da Batalha
Endereço: Largo Infante Dom Henrique
Ingressos: 6€ (maiores de 65 anos pagam meia). Grátis no 1º domingo do mês
Horário: de outubro a março, das 9h às 18h. De abril a setembro, das 9h às 18h30. Fechado nos dias 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio, além de 24 e 25 de dezembro
Contato: www.mosteirobatalha.pt

Tour privado com o Gonçalo Oliveira

Se você deseja fazer um tour com o Gonçalo pelo centro oeste de Portugal, envie um e-mail para windland.tours@gmail.com :)

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O Rafa com a Vera e o Gonçalo na Loja do Caminho

Aproveito para deixar outra boa sugestão: faça uma visita a Vera, esposa do Gonçalo, na Loja do Caminho, que fica junto ao Mosteiro (na Rua Nossa Senhora do Caminho, 10B – em frente ao Mosteiro). Lá você poderá encontrar artesanato típico da região central do país, com peças autênticas e muito criativas, além de preços para todos os bolsos. Um verdadeiro sonho para os apaixonados por esse tipo de arte, como eu :)


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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

6 comentários

  1. Avatar

    Quantas horas demora a visita a batalha? Vc sugere a visita a alcobaca tambem? Qual deles e mais interessante?? Vou em junho e estou tentando organizar o roteiro para fazer junto com obidos.. Obrigada pelas dicas…

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Adriana
      Como vai?
      Depende do que você pretende fazer por ali, o que gosta de ver, sabe? Para o Mosteiro, como ele é grande, eu dedicaria umas 2 horas. Depois você pode dar uma voltinha por ali e aproveitar as praças, as lojas e os cafés. Há também alguns museus na região, sendo o da Batalha da Aljubarrota o mais importante deles, na minha opinião – se você tiver o interesse. Para Alcobaça, o tempo é similar. O Mosteiro também é grande e a cidade é uma graça. Fizemos uma série recente sobre a região, quando você poderá pegar muitas dicas e organizar melhor o seu tempo: https://www.cultuga.com.br/tag/turismo-do-oeste
      Sobre Batalha + Alcobaça + Óbidos no mesmo dia, é possível, mas um pouco superficial. Assim, o ideal seria fazer somente os mosteiros e a vila de Óbidos, que otimizaria o seu tempo, ou excluir uma das etapas para ver as demais com alguma tranquilidade.
      Um forte abraço e uma excelente viagem!

  2. Avatar
    Luiz Antonio Roberti em

    Oi Priscila,
    Excelente o seu site, só de olhar e ler parece que estamos visitando pessoalmente os lugares. Uma pergunta, por favor: eu teria tempo de visitar só um dos lugares, Batalha ou Alcobaça, porque vou de transporte público (e as passagens também não são baratas), qual você sugeriria? Grato.

    • Rafael Boro

      Olá, Luiz
      Tudo bem?
      Agradecemos o carinho e as palavras! :)
      Apesar da cidade de Alcobaça ser super agradável e o Mosteiro espetacular, nós indicariamos a vila da Balalha. Como você deve ter lido e visto as fotos, o Mosteiro da Balhata é fabuloso. É um lugar que adoramos conhecer e indicar a todos os leitores. Pode ter certeza que a visita vai valer a pena. Ah… Não deixe de provar o Pudim da Batalha, na Pastelaria Oliveira, e visitar a Loja do Caminho. ;)
      Um grande abraço e aproveite bastante a viagem!

  3. Avatar
    Magdala Domingues da Silva Costa em

    Excelente o seu comentário.
    Já visitei o mosteiro de Batalha duas vezes e não me canso de contemplar aquela maravilha: seu símbolos, o rendilhado em pedra, e o túmulo de D. Henrique o Navegador. Sem ele e sua visão avançada, o espírito arrojado, não existiríamos, Nós, o Brasil.
    E como Portugal é rico em História. Não me canso de admirar.
    Parabéns. Se a Virgem de Fátima me ajudar com certeza visitarei a pátria de meus antepassados novamente, em outubro.
    Saudações
    Magdala Domingues da Silva Costa

    • Rafael Boro
      Rafael Boro em

      Olá, Magdala
      Tudo bem?
      Ficamos contentes que tenha gostado do artigo! O Mosteiro da Batalha é um dos nossos monumentos favoritos em Portugal. Tanta beleza e história em um único lugar. :)
      Estamos torcendo para que você volte para cá em outubro!
      Um grande abraço e seja sempre bem-vinda ao Cultuga!

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