Bairros de Lisboa: GUIA COMPLETO para visitar Belém

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Belém é um bairro ou uma cidade? É engraçado, mas muita gente confunde. Belém é um bairro de Lisboa, distante 7km do centro histórico, onde se encontram os principais monumentos da capital, como a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos.

Esse é um daqueles passeios que não pode faltar no seu roteiro de viagem a Portugal, pois não é somente uma região muito bonita, como também tem grande valor para a história que conecta Portugal ao Brasil.

Guia completo para conhecer e visitar Belém

O seu principal pano de fundo dessa visita será o Tejo. Belém beira o rio e este local foi escolhido como uma das bases da Era dos Descobrimentos pelo Infante Dom Henrique.

Defesa de Lisboa, ponto estratégico para partir para o mundo e suporte espiritual a aqueles que desbravavam o mar estão entre as principais razões de vermos o que está lá até hoje. Aliás, a saída para o Atlântico é logo ali, alguns quilômetros a frente, na região de Oeiras (já fora de Lisboa, a caminho de Cascais).

Ponte 25 de Abril sobre o rio Tejo

Somente como curiosidade, a beira do rio Tejo, do seu lado esquerdo, você vai avistar ao longe a Ponte 25 de AbrilEla foi construída na década de 1960 e levava o nome do ditador português Salazar. Após a Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974, foi novamente batizada com o “Dia da Liberdade”. Ah, e do outro lado da ponte já não é mais Lisboa, são outras cidades.

O que você deve saber antes de ir

O Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém são os monumentos visitáveis mais antigos de Belém. Eles foram construídos no início do século XVI, portanto, pouco depois da chegada dos portugueses ao Brasil e com toda a pompa e circunstância pelo rei da época, o Dom Manuel I.

Quando eles foram erguidos, ali estava a chamada praia do Restelo. Para você ter uma ideia, o rio Tejo invadia boa parte daquela beira que podemos caminhar hoje e, assim, formava uma praia.

O que fazer em Lisboa: visitar Belém

Com o rio Tejo mais baixo, a beira da Torre de Belém nos oferece também uma sensação de praia (mas, atenção, que essa área do rio Tejo não é apropriada para banhos!)

Uma referência fácil para imaginar como se formava essa praia é a própria Torre de Belém. Ela foi construída a cerca de 200 metros de distância da margem. Hoje, quando o Tejo está baixo, vemos o próprio solo, de tanto que o rio recuou o longo dos séculos (e, claro, com o desenvolvimento local a partir das mãos do homem).

Foi daqui que partiram algumas das mais notáveis expedições dos Descobrimentos, como a de Vasco da Gama para a Índia, em 1497, e a de Pedro Álvares Cabral, que chegou ao Brasil em 1500. Também foi em Belém que a família real portuguesa embarcou em fuga rumo ao Brasil, em 1807 (com D. João VI, D. Carlota Joaquina e o futuro D. Pedro I).

Um outro ponto importante que você deve saber antes da visita é que a região de Belém não sofreu tanto com o famoso terremoto de 1755, que assombrou e destruiu a Baixa de Lisboa.

Foi por isso que a família real portuguesa escolheu viver aqui perto após o terremoto e, posteriormente, construiu o Palácio da Ajuda (quando você estiver junto ao Padrão dos Descobrimentos, vire-se de costas para o rio Tejo e olhe para cima. Do lado direito você conseguirá identificar o Palácio).

Vista aérea do bairro de Belém Lisboa

Doca de Belém, rosa dos Ventos, Praça do Império e Mosteiro dos Jerónimos vistos do mirante do Padrão dos Descobrimentos

Deixo aqui também a minha contribuição opinativa, antes da sua visita. A Era dos Descobrimentos pode parecer romanceada quando se faz uma visita superficial a essa região. Não é nenhum segredo que os colonizadores exploraram os seus colonizados e que isso deixou marcas profundas, sobretudo com a escravidão.

Porém, com um olhar mais atento sobre a preservação desses monumentos e da história, conseguimos ver desde o valor da coragem e do intenso conhecimento dessa geração de homens do mar, até uma discussão nesses mesmos espaços sobre os reflexos na vida contemporânea, como o racismo e a cidadania ao longo de 600 anos – como nesta interessante exposição que foi exibida no Padrão dos Descobrimentos (aliás, este é um monumento controverso por sua construção, mas com uma gestão atual bastante interessante e inteligente ao colocar assuntos como esse em pauta para uma reflexão do visitante). 

Como chegar a Belem

O jeito mais comum de chegar a Belém é, a partir do centro histórico, pegar o elétrico 15, sentido Algés, e descer no Mosteiro dos Jerónimos. Essa é uma linha servida por dois tipos elétricos, o “bondinho” – mais antigo – e o “tram” – maior e mais moderno. Ele faz paradas em lugares clássicos, como a Praça da Figueira, a Praça do Comércio e o Time Out Mercado da Ribeira (no Cais do Sodré), por isso, não tem erro.

Mas, com o elétrico cheio, seguir de ônibus (chamado de “autocarro”) também é uma boa opção. Da Praça do Comércio, você poderá pegar o ônibus 714, sentido Outurela. Se você estiver hospedado nas Avenidas Novas ou junto a Praça Marquês de Pombal, por exemplo, o ônibus 727, sentido Restelo, também é jóia. Demora um pouquinho, mas você vai direto e ainda pode ver pela janela um percurso interessante por dentro de alguns bairros. A descida para todos eles permanece no ponto do Mosteiro.

Uma terceira opção – que melhorou MUITO neste último ano – é o trem (chamado de “comboio”). Portanto, se você quiser pegar a linha de Cascais, a partir do Cais do Sodré, e descer na estação Belém, ainda terá um percurso a pé, a beira do rio Tejo, que foi totalmente revitalizado e está muito agradável.

Se você vai viajar a Lisboa durante a alta temporada, tenha atenção com os seus pertences nesses transportes. Como são linhas usadas frequentemente por turistas e o volume de pessoas é alto, pode ter bate carteiras em ação. Não é preciso se assustar. Basta ter tudo bem guardado, segurando a sua bolsa a frente do corpo e sem carteira, telefone ou passaporte em bolsos abertos.

Para quem vai de carro, são diversos os estacionamentos ao lado de cada um dos monumentos de Belém. Tem um estacionamento perto dos Pastéis de Belém (do outro lado da rua), por exemplo, e outro ao lado da Torre de Belém (este último, gratuito). Neste caso, vá no início da manhã. Assim, você encontra boas vagas e estaciona com tranquilidade.

Táxi e Uber também são ótimas opções. Do centro histórico de Lisboa para lá, sem trânsito, pode sair por menos de 10€/ corrida.

Quanto tempo é necessário para conhecer Belém?

Vai depender do seu perfil de viajante e ritmo, claro. A área de turismo de Belém é totalmente plana. Entretanto, os monumentos são distantes uns dos outros. Em um primeiro momento, parecem próximos, pois conseguimos avistá-los. Mas, quando você começa a bater perna, percebe que não é assim tão rápido fazer o percurso.

Por isso, separe, pelo menos, meio período. Mas se você quiser entrar nos famosos monumentos de Belém e nos museus, dedique um dia completo.

O que fazer em Lisboa: andar de bicicleta em Belém

Conhecer Belém de bike também é uma excelente opção

Além de percorrer sua área histórica a pé, há ainda a possibilidade de alugar uma bicicleta – que é uma boa alternativa para quem curte (vá na Belém Bike, que fica entre o Padrão dos Descobrimentos e o MAAT, e abre todos os dias, das 10h às 19h).

Quais são as atrações imperdíveis em Belém?

Pastéis de Belém: impossível comer um só

Uma das perguntas que mais ouço durante os passeios guiados que eu e o Rafa fazemos por Lisboa é: “Vale a pena ir aos Pastéis de Belém?”Oi?  rs. Só pelo título de um dos artigos que temos aqui no Cultuga (e que recomendo vivamente a leitura), dá para saber o que a gente pensa: Pastéis de Belém: impossível comer um só!

Mosteiro dos Jerónimos: um dos mais visitados de Portugal

Foi as margens do rio Tejo, em Belém, que Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e outros navegadores partiram em suas caravelas rumo às descobertas. O Mosteiro dos Jerónimos, como já comentei aqui, é um dos principais monumentos que guarda essa história. Saiba mais sobre o Mosteiro dos Jerónimos, que é um dos mais visitados de Portugal.

Padrão dos Descobrimentos: para ver Belém do alto

Atravesse a Praça do Império e perceba que há uma linha do trem que a separa do Padrão dos Descobrimentos. Você vai entrar na passagem subterrânea para chegar ao outro lado. O Padrão é uma escultura recente, se compararmos ao Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém. Saiba mais sobre a visita ao Padrão dos Descobrimentos: para ver Belém do alto!

Torre de Belém: a defesa de Lisboa

Uma coisa não pode faltar no seu roteiro em Lisboa, que é ao menos passar em frente a Torre de Belém, claro. Você pode fazer isso a qualquer hora do dia, sem nem mesmo se importar com seu horário oficial de abertura e visita.

Um aviso aos navegantes!

Se você for a Lisboa durante a alta temporada, visitar a parte interna da Torre de Belém pode se tornar um verdadeiro suplício.

Realmente, não vale a pena ficar com a cabeça no sol por um tempão, esperando a entrada daquela fila quilométrica. Isso acontece porque o interior da Torre de Belém não foi feito para a passagem de tanta gente. Assim, suas estreitas escadas têm acesso condicionado e torna a visita demorada e cansativa – principalmente para quem está morrendo de calor, um pouco cansado ou com crianças.

Mas, calma, não há motivos para ficar frustrado. Tenho uma excelente notícia aos madrugadores, como eu –que acordo ainda na escuridão para preparar os ensaios fotográficos dos clientes do Cultuga rs.

Chegar às 8h30 da manhã por ali (ou até antes) é de-li-ci-o-so. As suas fotos vão sair como um postal, tendo aquela beleza toda da Torre de Belém, a calmaria do rio Tejo e uma luz maravilhosa do início da manhã (você sabia que a luz de Lisboa tem fama no mundo todo?).

Ensaio fotográfico de casal em Lisboa

Casal de clientes do Cultuga, durante um ensaio fotográfico em Belém, sem ninguém!

Quem prefere dormir pela manhã, pode ir também ao finalzinho da tarde para ver o pôr-do-sol. Pode estar cheio de gente em seus arredores, mas a companhia boa para ver o cair do dia, junto de uma taça de vinho… Que tal?

Somente para contextualizar, a Torre de Belém foi construída alguns anos depois do Mosteiro dos Jerónimos, em 1515. Sua arquitetura segue o mesmo caminho, e é também uma referência do estilo manuelino. A volta de toda a Torre você verá vários buracos. Neles, estão posicionados 16 canhões que protegeriam a entrada de Lisboa daqueles que poderiam invadir a capital pelo mar.

Assim como já disse no início do texto, a Torre de Belém foi construída a 200 metros da margem. Hoje em dia, o rio Tejo pode recuar tanto que, às vezes, ela praticamente fica toda em terra.

CCB: onde pulsa a cultura portuguesa atual

Aqui deixo mais uma indicação interessante, principalmente para quem busca uma visita a Belém com algo mais. O Centro Cultural de Belém – CCB é um edifício moderno que, para alguns, até destoa do contexto do bairro. Mas eu não concordo. Tenho um carinho especial por esse local, pois sua programação é muito valiosa e há locais bastante agradáveis para passar algumas horas.

Foi aqui que fiz um curso, durante alguns sábados, sobre a história do Fado em Lisboa. Os auditórios também têm uma agenda intensa que contempla música portuguesa, world music, jazz e clássicos. Há teatro. Há museu. Há sorveteria. Há loja com motivos de arte. Há restaurante. Há café. Há estacionamento público na porta. Tudo isso ali, em Belém. Dá uma olhada na agenda e programe-se!

Museu dos Coches: os meios de transportes reais

Ver meios de transporte antigos nos carregam no tempo. Foi assim que me senti quando visitei o Museu dos Coches pela primeira vez. As pinturas, os estofados e os ornamentos das carruagens parecem que nos dizem, mesmo antes de ler a legenda, quem foi seu dono e qual foi sua época – ainda mais quando se tratam de figuras da família real portuguesa.

Este é um dos museus mais visitados do país e também um excelente programa coringa em Belém. Ou seja, bom para aqueles dias de muito calor, chuvosos ou de frio intenso. O Museu dos Coches também é ideal para quem está em busca de bons programas para fazer em Lisboa com crianças.

Tem boa acessibilidade para cadeirantes, idosos ou pais com carrinhos de bebê, pois o piso da bilheteria é plano, a exposição tem entrada por um largo elevador, há banheiros com portas mais largas e corredores de fácil circulação entre os coches.

Uma das grandes peças deste museu, que é o coche em que o rei Dom Carlos I estava no momento em que foi assassinado, em plena Praça do Comércio, em Lisboa, agora é itinerante. Ou seja, o chamado “Landau do Regicídio” está, neste momento, no Paço Ducal de Vila Viçosa (Alentejo), e deve ficar em mudança entre os dois lugares ano a ano.

Para quem quiser prolongar o passeio, do outro lado da rua, no antigo edifício em que estava instalado originalmente o Museu dos Coches, ainda há uma pequena exposição com mais 8 carruagens e algumas também usadas pelos Bombeiros de Lisboa. A sala principal é lindíssima. Esse era o Picadeiro Real de Belém, que foi construído em 1787 por aquele que seria, anos mais tarde, D. João VI (pai de D. Pedro I do Brasil).

Vale a pena repetir uma vista a Belém?

Sim! Digo por mim, que moro em Lisboa e adoro ir a Belém. Portanto, vale o repeteco! Certamente, se você já veio a Lisboa alguma vez, deve ter ido a Belém e curtiu os seus clássicos. Se é o seu caso, sugiro um retorno ao fim da tarde de um dia aberto, quando poderá ver o pôr-do-sol a partir da beira do rio Tejo.

Um outro programa que não custa nem um tostão – e você vai adorar – é subir ao topo do MAAT, um dos novíssimos museus da capital, para ter uma vista de perder o fôlego. Você chega lá facilmente em uma caminhada de 1km, aproximadamente, a partir do Padrão dos Descobrimentos – sempre guiado pelo rio, ou a partir do próprio Museu dos Coches (basta atravessar o pontilhão).

O que fazer em Lisboa: MAAT

Pôr-do-sol de inverno sobre o rio Tejo a partir do MAAT

Para as épocas de calor, um piquenique nos Jardins de Belém pode ser bem convidativo. O espaço é enorme. Basta levar aquilo que gosta de comer para ter um delicioso momento. Há meses, inclusive, que acontecem eventos musicais livres aos finais de semana.

Aos arquitetos, uma passada pelo exterior da Fundação Champalimaud não pode faltar. São somente 500m para frente da Torre de Belém, a beira do rio Tejo, e tem um lugar delicioso para fazer uma pausa, o Darwin’s Café.

Fundação Champalimaud

Já aos apaixonados por história, dá para compor com uma visita ao Palácio da Ajuda – a última residência da família real portuguesa. Depois, basta descer 20 minutinhos a pé para comer um Pastel de Belém, não é? 😉

Você quer se hospedar em Belém?

Fazer o bairro de Belém como base para visitar Lisboa não é algo que vale para qualquer viajante. Belém fica fora de mão para quem viaja sem carro. Acaba por não ser prático.

Eu indico uma base aqui somente para quem está em busca especificamente desse cenário, marítimo, romântico (para bodas ou lua de mel em Portugal, por exemplo) ou de descanso.

É aqui em Belém que se encontra um dos hotéis 5 estrelas mais confortáveis e emblemáticos de Lisboa, o Altis Belem Hotel & Spa. Ele fica a beira do rio Tejo e, por isso, tem uma vista absolutamente inspiradora e linda. Acesso fácil a todos os monumentos de Belém e com um dos melhores restaurantes da cidade: o Feitoria (com estrela Michelin).

No Altis Belem Hotel & Spa, o rio Tejo fica aos seus pés…

O bairro também abriga um outro hotel 5 estrelas mais tradicional e igualmente interessante: o Palácio do Governador. É um hotel mais acolhedor, com 60 quartos diferentes e que enaltece a história do local. Aqui eles dizem ter sido a antiga casa do Governador da Torre de Belém e, antes disso, também uma fábrica romana de tratamento do peixe, entre os séculos I e V. O charme vem desde a antiga capela do edifício, hoje a recepção, até as cetárias que podem ser vistas logo a entrada – parte de seus vestígios romanos.

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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

10 comentários

  1. Estou indo a Portugal no início de abril. Teria uma dica de hotel no centro de Lisboa, com bom custo x benefício?
    Grato.

  2. Aldrey Villaça em

    Olá Rafael e Priscila.
    Eu mais uma vez com uma dúvida.
    Estarei hospedada na praça Martins Moniz e gostaria de saber qual o meio de transporte
    mais fácil para se chegar à Belem desse ponto.
    Obrigada

    • Rafael Boro
      Rafael Boro em

      Olá, Aldrey
      Como vai?
      Você pode ir de Elétrico 15 (bondinho) ou de ônibus (714 – sentido Outurela), ambos partem da Praça da Figueira, que fica a 5 minutos a pé da Praça Martim Moniz. 😉
      Um abraço e boa viagem!

  3. helena pucci em

    estou adorando o site de voces. Ótimas dicas!. Estamos programando uma viagem a Portugal em novembro e estamos a procura do melhor local para hospedagem, passeios, restaurantes, ……

    • Rafael Boro

      Olá, Erica
      Como vai?
      Você pode ir de elétrico a partir da Praça do Comércio ou com os ônibus 728-Restelo (saindo perto da estação Santa Apolólia) e 714-Outurela (da Praça da Figueira).
      Um abraço e boa viagem!

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