Como aproveitar Lisboa usando os ônibus turísticos?

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Aqueles ônibus de dois andares que circulam por cidades turísticas são famosos em todo o mundo. Em Lisboa não é diferente. Por aqui, são diversas as empresas que oferecem este serviço de passeio hop-on hop-off ao viajante – ou seja, que você pode subir e descer quantas vezes quiser durante o período de validade do seu bilhete.

Eu e o Rafa passamos três dias testando os transportes oferecidos no pacote do YellowBusTours, uma das opções disponíveis na cidade, a convite deles. E contamos aqui como foi a nossa experiência 🙂

Como aproveitar Lisboa usando os transportes turísticos?

Yellow Bus - Ônibus turístico em Lisboa

Para quem vem de grandes cidades do Brasil, Lisboa é relativamente pequena. Apesar de suas atrações turísticas não estarem todas concentradas no centro histórico, é fácil chegar aos seus principais bairros fazendo uso do transporte público comum (metro, ônibus ou trem).

Entretanto, para quem não quer se preocupar com os trâmites de deslocamento e a compra de passagens ou gosta de fazer passeios com ônibus panorâmicos (sobretudo no dia da chegada, para dar uma geral na cidade), os serviços chamados de Sightseeing são ideais.

Em Lisboa, há diversas empresas que oferecem esse serviço. Por aqui, eu e o Rafa costumamos “rotulá-los” pela cor. No caso do YellowBusTours, especificamente, são os amarelinhos – claro, como a própria tradução do nome revela.

All in One: o que está incluído no pacote que fizemos

O YellowBusTours é um serviço da CarrisTour – um dos braços da empresa Carris (responsável por boa parte dos transportes públicos de Lisboa desde 1872).

Eu e o Rafa utilizamos o programa All in One, que oferece a possibilidade de aproveitar todos os transportes turísticos e alguns públicos/ comuns durante 72 horas (contadas a partir da primeira validação). Veja o que está incluído:

  • 3 linhas de ônibus panorâmicos que percorrem toda a cidade;
  • Um delicioso passeio de barco pelo rio Tejo, usando esse percurso, inclusive, para ir confortavelmente do centro histórico de Lisboa até Belém (uma paisagem que está entre as minhas favoritas);
  • 2 linhas de ônibus exclusivas que fazem a ligação do Aeroporto aos principais hotéis de Lisboa;
  • Os transportes centenários lisboetas – esta, uma experiência genuína. Ou seja, estão incluídos o Elevador de Santa Justa (de 1902), os ascensores da Bica (1892), da Glória (1885) e do Lavra (1884) e os elétricos públicos e turísticos (que, no Brasil, chamamos de bondinhos).
Elevador de Santa Justa - Lisboa, Portugal

Elevador de Santa Justa: um dos transportes centenários de Lisboa

Reforço apenas que o nosso percurso foi feito no inverno. Para quem visita Lisboa durante a alta temporada, os horários dos transportes podem ser alargados e os percursos ampliados. Essas informações você consegue facilmente nos quiosques da Praça do Comércio/ Terreiro do Paço.

Depois de testar o serviço, criamos uma sugestão de percurso para 3 dias em qualquer época do ano, de forma que você possa aproveitar Lisboa e, claro, desfrutar de seus transportes 🙂

Roteiro para 3 dias em Lisboa

Dia 1: Linha Tagus + Elétrico

09h – Saída do ônibus da Linha Tagus, na Praça da Figueira

Sugerimos que você comece o passeio com a linha mais clássica desse pacote, chamada de Tagus (tradução para Tejo), quando poderá percorrer as áreas históricas de Lisboa. Essa é uma ótima escolha para quem acabou de chegar a Lisboa e quer dar uma geral pela cidade.

* Caso você esteja hospedado no centro histórico de Lisboa, nos arredores da Praça Marquês de Pombal, na Av. José Malhoa, no bairro das Avenidas Novas ou em Belém, não será necessário se deslocar até a Praça da Figueira. Verifique o ponto que está mais próximo de você no site do YellowBus ou no mapinha do serviço.

Dica: se você pegar o primeiro ônibus do dia, possivelmente ele estará mais tranquilo em volume de pessoas. Assim, sente-se no piso superior e, se tiver lugar, entre os primeiros assentos – que são cobertos por um acrílico transparente e tem uma visão ampla também da parte da frente, ideal para dias de muito vento.

Você sempre terá acesso a fones de ouvido gratuitamente dentro desses transportes turísticos, para que possa ouvir histórias e também um pouco de música portuguesa ao longo de todo o percurso. Entretanto, se desejar, você também poderá usar os seus, visto que é uma saída de áudio normal, compatível com os plugs comuns.

Yellowbus - Ônibus turísticos em Lisboa

Para percorrer Lisboa com uma vista privilegiada

Aproveite o percurso completo para desfrutar das vistas sobre Lisboa e perceber as diferenças entre tantos bairros interessantes que este ônibus passa, a começar pelo centro histórico – com os edifícios mais antigos da cidade (na colina do Castelo de São Jorge) e o projeto urbanístico pós Terremoto de 1755 idealizado por Marquês de Pombal, passando pelas Avenidas Novasque faz parte da expansão de Lisboa a norte entre os séculos XIX e XX, o bairro de Belém – com os monumentos ligados a Era dos Descobrimentos e o contraste com outros bem contemporâneos, como o Centro Cultural de Belém e o MAAT.

11h – Desça na Praça do Comércio

O percurso completo do ônibus tem uma duração média de 1h40 – 2h. Portanto, por volta das 11h da manhã você já estará de volta ao centro histórico. Desça na Praça do Comércio, que é um dos cartões postais de Lisboa, localizada na Baixa. 

Praça do Comércio - Lisboa Portugal

D. José I no centro da Praça do Comércio – aquele que era o rei de Portugal na época do Terremoto de 1755

Entre pela rua Augusta, a principal via de comércio popular de Lisboa, e procure pela Casa Portuguesa dos Pastéis de Bacalhau. É um local que divide opiniões. Os portugueses não gostam muito, pois essa loja ousou misturar duas iguarias locais intocáveis, que é o bolinho de bacalhau (em boa parte de Portugal, chamado de pastel de bacalhau) e o queijo Serra da Estrela. Entretanto, aos viajantes, essa mistura costuma fazer sucesso. Se desejar, passe por lá para tirar a prova rs.

É também por aqui que estão as lojas dos principais times de futebol lisboetas: o Benfica e o Sporting. Uma boa parada para quem deseja ver camisas e outros tipos de suvenires relacionados ao esporte.

Loja Benfica, na rua Augusta, em Lisboa - Portugal

Por dentro da loja do Benfica, na rua Augusta

Siga até a Praça do Rossio para dar um alô a estátua do Sr. D. Pedro IV de Portugal (o D. Pedro I do Brasil). Aproveite para ver o comércio tradicional por toda a volta da praça, a bonita construção do Teatro Nacional D. Maria II (filha do Pedrão) e ainda a calçada portuguesa com o padrão de ondas – que inspirou a original de Copacabana, em 1906.

Se você viaja durante a primavera, poderá ver a Praça do Rossio toda roxinha. Isso porque as árvores ali plantadas são Jacarandás, trazidas da América do Sul no século XIX. 

Jacarandás

Jacarandás em Lisboa

Para o almoço, deixo como sugestão dois locais bastante clássicos da Baixa de Lisboa: os restaurantes João do Grão ou o Solar dos Presuntos (se você for durante a média e alta temporada, é ideal reservar com antecedência). O Rafa também escreveu esse artigo muito bacana com mais dicas de onde comer – seja para refeições, lanches ou um café – no centro histórico de Lisboa. 

onde comer bacalhau lisboa

Esse é o famoso bacalhau assado com grão de bico, do restaurante João do Grão

Depois do almoço, que tal uma ginjinha? Vá até o Largo de São Domingos e escolha entre A Ginjinha e a Ginjinha Sem Rival (ambas são ótimas e históricas) para experimentar esse licor digestivo tão popular entre os lisboetas. A ginjinha é uma bebida alcoólica produzida a partir de um fruto parente da cereja.

Ainda no mesmo largo, conheça a Igreja de São Domingos, que sofreu um incêndio na década de 50 e foi reaberta mantendo parte das ruínas dessa tragédia (mas, por aqui, a vida continua. É uma igreja com missas diárias, casamentos, etc.). É impressionante e bastante reflexiva.

Igreja de São Domingos - Lisboa, Portugal

Igreja de São Domingos guarda suas paredes queimadas de um incêndio da década de 50

15h/ 16h – Pegue o elétrico vermelho na Praça do Comércio ou na Praça da Figueira 

Entre o meio e o final da tarde, recomendo vivamente uma visita ao Castelo de São Jorge – sobretudo em um dia com sol. É delicioso (e inesquecível) ver o cair da tarde do topo do castelo, com uma vista incrível de Lisboa e do rio Tejo – ah, e com uma taça de vinho na mão…

O que ver em Lisboa: pôr-do-sol no Castelo de São Jorge

O pôr-do-sol, a partir do Castelo de São Jorge, é imperdível

Para isso, use o elétrico vermelho turístico, em que você pode sentar e ir mais tranquilo, ou ainda os elétricos comuns das linhas 28 ou 12. Desça em um dos pontos que estão entre os miradouros de Santa Luzia e Portas do Sol. Aproveite a vista sobre o bairro de Alfama (dos mais antigos de Lisboa) e, então, suba para o Castelo.

Eletrico de Lisboa - Portugal

A bordo do elétrico – o “bondinho” de Lisboa

Na hora de ir embora, retorne para a Baixa de Lisboa descendo a pé pelas ruínas do Teatro Romano, com uma parada na Sé Catedral e também na Igreja de Santo António (construída no mesmo local de nascimento dele).

Dia 2: Linha Olissipo

09h – Saída do ônibus da Linha Olissipo, na Praça da Figueira

Neste dia, sugiro que você use a outra linha disponível, chamada de Olissipo (o nome de Lisboa na época romana), para então percorrer mais pontos da cidade que você ainda não viu – como as zonas das Avenidas Novas, do Príncipe Real, do Campo Pequeno, do Parque das Nações e também a área envolvente do Museu do Azulejo.

 * Caso você esteja hospedado no centro histórico de Lisboa, nos arredores da Praça Marquês de Pombal, no Campo Pequeno, no Saldanha, no bairro das Avenidas Novas ou no Parque das Nações não será necessário se deslocar até a Praça da Figueira. Verifique o ponto que está mais próximo de você no site do YellowBus ou no mapinha do serviço.

10h15 – Desça no Parque das Nações

Esse horário não é preciso, claro, pois vai depender de onde você vai subir no ônibus panorâmico. Entretanto, é uma referência temporal, pois começar pelo Parque das Nações é uma ótima ideia.

O Parque das Nações é também a Lisboa mais nova, uma área de contraste – diante da região mais antiga da cidade indicada para o dia anterior. Ele foi construído no final da década de 1990 para o evento mundial da Expo 98, que teve como tema central os oceanos e os 500 anos da viagem de Vasco da Gama a Índia. Por isso, para onde você olhar, vai sempre identificar motivos marinhos e, claro, da Era das Descobertas.

Oceanário, em Lisboa

Oceanário: uma das atrações imperdíveis do Parque das Nações, em Lisboa

Essa é uma área plana, deliciosa para caminhadas a beira do rio Tejo e para aproveitar uma das atrações mais concorridas (e lindas) de Lisboa: o Oceanário – um imenso aquário que nos leva por uma verdadeira viagem submarina pelas espécies de habitam cada um dos oceanos.

Oceanário de Lisboa - Portugal

No piso inferior do principal aquário do Oceanário

Sugiro que tenha especial atenção ao Pavilhão de Portugal, que parece ter uma cobertura bastante leve, tal como uma folha de papel, por uma construção genial de arquitetura e engenharia que teve as mãos de Álvaro Siza Vieira (que costumo brincar, chamando ele Niemeyer português, por tamanha importância que tem o seu trabalho em Portugal).

Depois de visitar o Oceanário, você poderá aproveitar para fazer um passeio panorâmico relaxante – desta vez sobre o rio Tejo, com a Telecabine Lisboa.  Basta comprar o bilhete somente de ida, pois a partir da outra extremidade você já estará pertinho da área de restaurantes para fazer o almoço.

Um dos locais que mais gostamos ali é o restaurante D’Bacalhau. Eles têm um prato “degustação” com 4 tipos de bacalhau para 2 pessoas (que serve muito bem 3) ou para 4 pessoas (que serve muito bem 5). Se você o seu grupo tiver 4 ou 6 pessoas (ou a fome for grande rs.), poderá ainda incrementar com uma entrada caprichada de pãezinhos e bolinhos de bacalhau (por aqui, chamados de “pastéis de bacalhau”, como já indiquei).

Para quem conhece o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, deixo ainda a sugestão que tenha especial atenção a Gare do Oriente – a estação de metro, trens e rodoviária do Parque das Nações. Ela foi projetada pelo mesmo arquiteto, o espanhol Santiago Calatrava. 

Gare do Oriente, no Parque das Nações, em Lisboa - Portugal

Gare do Oriente, no Parque das Nações

15h30 – Reembarque na Linha Olissipo e desça no Museu do Azulejo

Se o seu passeio não cair em uma segunda-feira, você poderá descer agora no Museu Nacional do Azulejo, que exibe um dos patrimônios mais ricos culturalmente da cidade de Lisboa: o azulejo, claro.

Aliás, recomendo vivamente que no dia anterior a esse passeio, no momento em que você estiver pelo centro histórico, tenha atenção aos painéis de azulejos das fachadas. Assim, você cria um repertório visual prévio que poderá deixar a sua visita ainda mais interessante.

Museu do Azulejo - Lisboa, Portugal

Ao longo da sua viagem por Lisboa, veja se consegue encontrar essa coleção de azulejos 😉

Uma outra dica é baixar o aplicativo do Museu do Azulejo, que contém um excelente audio-guia para acompanhá-lo no percurso da exposição permanente. Caso você não se lembre de baixar antes de chegar lá, na recepção do Museu há sinal de wi-fi gratuito, que você poderá usar. 

17h30 – Reembarque na Linha Olissipo e desça na Praça Marquês de Pombal

Para encerrar o seu dia, sobretudo em um bonito fim de tarde, siga para a Praça Marquês de Pombal (o responsável pela reconstrução de Lisboa pós Terremoto, como já contei – sua imagem está ao lado de um leão, que marca sua força e fidelidade ao país) e suba a pé o Parque Eduardo VII. Você terá uma vista ampla e lindíssima do centro histórico de Lisboa, tendo o corredor de árvores da Av. Liberdade a sua frente, o rio Tejo ao fundo e o Castelo de São Jorge na colina a sua esquerda.

Se desejar, aproveite que já está por ali para dar uma olhada no El Corte Inglés, uma mega loja espanhola com 11 andares separados por temas. Em um dos pisos inferiores há, inclusive, um excelente supermercado para a compra de vinhos, queijos, azeites e conservas. Já na extremidade superior, há o novo espaço Gourmet Experience com opções contemporâneas e bem atraentes para o jantar.

Gourmet Experience El Corte Inglés Lisboa

Último piso do El Corte Inglés, o Gourmet Experience

Dia 3: Linha Tagus + Barco + Ascensor da Bica + Elevador de Santa Justa

9h20 – Com a Linha Tagus, desça na Praça do Comércio

A partir de onde você estiver, use a Linha Tagus para chegar a Praça do Comércio. É daqui que partem os barcos Yellow Boat para Belém, às 10h da manhã. Esta é uma forma totalmente diferente de ver a cidade de Lisboa, a partir do rio Tejo. Sou suspeita para falar, por tamanha paixão que tenho pelo skyline da capital de Portugal, mas é realmente de-li-ci-o-so.

10h30 – A partir do Yellow Boat, desça em Belém

Além do passeio de barco, você ainda poderá aproveitá-lo como transporte, pois poderá descer no bairro de Belém e visitar os monumentos.

Eu já preparei um guia completíssimo aqui no Cultuga sobre o bairro de Belém para que você possa escolher as atrações que deseja conhecer e entender a importância de vir até aqui.

Vista aérea do bairro de Belém Lisboa

Doca de Belém, rosa dos Ventos, Praça do Império e Mosteiro dos Jerónimos vistos do mirante do Padrão dos Descobrimentos

Para o almoço, deixo a sugestão da cervejaria Portugália, ao lado do Padrão dos Descobrimentos, no espelho d’água, se você estiver com a família em peso. O salão é grande, o serviço é ótimo e tem comida para todos os paladares. Uma outra sugestão é a marisqueira Nunes, essa já mais próxima da Torre de Belém. É um local mais caro, mas a qualidade dos ingredientes é indiscutível. Há ainda o Clube Naval (dos favoritos da Fafá de Belém), que também fica pertinho do Padrão dos Descobrimentos e tem uma vista muito bonita sobre o rio.

Ah, e não esqueça de passar nos Pastéis de Belém antes de ir embora, né?

17h – Utilize a Linha Tagus para ir até o Cais do Sodré

Retorne ao ônibus da linha Tagus. A partir do Cais do Sodré, sugiro que você dê uma passadinha no Time Out Mercado da Ribeira, um antigo mercadão de Lisboa do século XIX, que teve sua parte central totalmente revitalizada e transformada em uma área de refeições. Há desde petiscos a comidas de grandes chefs de cozinha com preços super convidativos. Para comer, petiscar ou bebericar um café – de acordo com a sua disposição.

Onde comer em Lisboa - Mercado da Ribeira

O Mercado da Ribeira é perfeito para provar a diversidade da gastronomia portuguesa

18h30 – Suba ao Chiado com o Ascensor da Bica

Depois, é hora de desfrutar de um dos transportes centenários mais emblemáticos da cidade, que é o Ascensor da Bica. Utilize-o para subir até o Chiado, com direito a sentar ao lado do Fernando Pessoa para uma foto no Café A Brasileirauma passadinha na Livraria Bertrand (a mais antiga em atividade no mundo) e, se desejar, para algumas comprinhas entre a Rua Garrett e os Armazéns do Chiado.

Ascensor da Bica, em Lisboa - Portugal

Por dentro do Ascensor da Bica

estatua fernando pessoa lisboa portugal

Estátua do poeta Fernando Pessoa no Café A Brasileira

20h30 – Suba ao Elevador de Santa Justa

Desça a rua do Carmo (ah, tem uma sorveteria ótima aqui, a Santini, principalmente para sabores de fruta), encontre o Elevador de Santa Justa e entre na fila. Suba ao topo neste transporte público datado de 1902 e finalize o seu dia com uma vista inspiradora sobre a Baixa de Lisboa e o Castelo, no miradouro.

Miradouro do Elevador de Santa Justa - Lisboa, Portugal

No alto do Miradouro do Elevador de Santa Justa

Saindo pela área superior do Elevador, você estará no Largo do Carmo (e, novamente, no Chiado), que também é lindíssimo (junto do Museu de Arqueologia do Carmo – as ruínas mais bem preservadas pós Terremoto, e o quartel na Guarda Nacional Republicana).

Hora de jantar – seja com Fado, em um restaurante tradicional para petiscar ou dos grandes chefs de cozinha – pelas ruas do Chiado e do Bairro Alto, antes de retornar ao hotel. Veja esse artigo do Rafa com diversas sugestões de onde comer 😉

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Sobre o autor

Priscila Roque

Sou jornalista especializada em cultura e fotógrafa. Foi preciso passar dos 30 anos para assumir que Lisboa é, realmente, o meu lugar no mundo. Mas a paixão por Portugal começou bem mais cedo, ainda na adolescência, quando descobri alguns músicos locais. Os meus pais são portugueses imigrados no Brasil. Depois de fazer o caminho inverso deles, trocando São Paulo por Lisboa, quero agora, com o Cultuga, diminuir a distância que separa o Brasil de Portugal.

10 comentários

  1. Suzana Vieira Paixão em

    Post incrível e inteligente!
    Ajudou muito a definir o que fazeremos em breve!

    Meu marido e eu agradecemos!

    Att,
    Suzana

  2. Priscila, fiquei com uma dúvida, achei que o passeio do ônibus faria uma volta geral na cidade.. não é isso? São linhas diferentes, é isso? E ai cada linha vai para uma região?

    • Rafael Boro

      Olá, Rita
      Tudo bem?

      São 3 linhas de ônibus, cada um com um trajeto diferente: Belém Tour, Tagus Tour (é o que abrange mais Lisboa) e Olisipo Tour. 😉

      Um grande abraço e boa viagem!

    • Rafael Boro

      Muito obrigado, Gilberto! 🙂
      Você e a sua esposa vão adorar Lisboa!
      Um grande abraço e aproveite bastante a viagem!

  3. Gilberto Bispo em

    Olá, Priscila e Rafael, fizemos a visita a Lisboa na semana passada, e realmente foram muito útil estas dicas.
    Conhecemos a cidade seguindo o roteiro de vocês.
    Inclusive os pratos sugeridos no D”Bacalhau e no João do Grão são deliciosos.
    Parabéns pelo trabalho.
    Gilberto e Dilma.

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Gilberto e Dilma
      Tudo bem?
      Que bom! Ficamos felizes com o carinho e que tenham tido uma excelente viagem!
      Sejam sempre bem-vindos a Portugal e ao Cultuga!
      Um grande abraço

  4. Vocês são fantásticos. Prestativos, ajudam com carinho! Sentimos o gostinho de Portugal em suas postagens! Um abraço!

    • Priscila Roque
      Priscila Roque em

      Olá, Elaine
      Tudo bem?
      Agradecemos muito a gentileza do seu comentário! Seja sempre bem-vinda ao Cultuga e a Portugal!
      Um grande abraço

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